Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Cada povo tem o dotô que merece

Frases do dotô  L.I. 
(doutor honoris causa na Universidade FEDERAL de Viçosa  - UFV-MG). 
 


"Não é mérito, mas, pela primeira vez na história da República, a República tem um presidente e um vice-presidente que não têm diploma universitário. Possivelmente, se nós tivéssemos, poderíamos fazer muito mais."  -  Fonte:Primeira Leitura 13/09/2003 e Radiobrás  
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"Eu sou filho de uma mulher que nasceu analfabeta." - Falando no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março de 2004.  - Fonte: Radiobrás da data e vários jornais.
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"Estou vendo aqui companheiros portadores de deficiência física.  Estou vendo o Arnaldo Godoy sentado, tentando me olhar, mas ele não pode me olhar porque ele é cego. Estou aqui à tua esquerda, viu, Arnaldo!   Agora, você está olhando pra mim... "
Fonte: Site da Radiobras, 27/06/2003.
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"Estou otimista porque estamos reduzindo as taxas de interesses dentro do Brasil."  - Falando à Cúpula das Américas em Moterrey, a 13 de janeiro de 2004.  "Tasa de interés" significa, em espanhol, taxa de juros. 'Taxas de interesse' não significa nada em língua alguma.  - Fonte: Estadão -13 de janeiro de 2004
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"Vou fazer um desafio para que vocês aprendam a vender mais do que reclamar."  - Falando em 27 de janeiro de 2004 aos empresários que o acompanhavam durante visita à Índia.  - Fonte: Vários jornais
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"Há males que vêm para bem". - Ao agradecer ao presidente da Rússia pelo apoio que seu país estava dando às investigações do acidente de Alcântara, quando morreram 19 técnicos.  - Fonte: Vários jornais
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"Aprendi a contar até dez, apesar de só ter nove dedos, que é para não cometer erros. Um erro em qualquer outro governo é mais um erro.  No nosso, não pode acontecer."  - Lançamento do Plano Safra para a Agricultura Familiar, em 24/07/2003). Fonte: Vários jornais
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"Por que em vez de perguntar você não enche a boca de castanha?" - Falando a uma repórter que perguntava, em 5 de fevereiro de 2004, sobre a saída de Henrique Meirelles do Banco Central. - Fonte: Vários jornais
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"Se fosse fácil resolver o problema da fome, não teríamos fome."... "Deus pôs os pés aqui (no Brasil) e falou: 'Olha, aqui vai ter tudo. Agora, é só homens e mulheres terem juízo que as coisas vão dar certo'."  - Falando na abertura da Expo Fome Zero, em 10 de fevereiro de 2004. - Fonte: Site da Radiobras, 10/02/2004
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"Estou com uma dor no pé, mas não posso nem mancar, para a imprensa não dizer que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência". - Encontro com atletas paraolímpicos, em dezembro de 2003. - Fonte: Unifolha de Campo Grande, 02/12/1002
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"Todos vocês vão competir a uma vaga para Antenas (sic)? E quem é que acha que vai ganhar? Levante a mão aí para ver". No mesmo discurso LI falou Antenas mais de uma vez - Fonte: Unifolha, 02/12/2003
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Sobre o salário mínimo:
"O mínimo deveria ser de R$ 1.100,00 se levasse em conta o valor real de 1939. Os que recebem o mínimo deveriam receber pedidos de desculpas" - Outubro de 1998. 

"O presidente (Fernando Henrique Cardoso) ainda vê um pequeno aumento no salário mínimo como custo. Deveria ver como renda. O trabalhador ganhando R$40,00 a mais não vai comprar dólar nem carro importado. Vai comprar feijão, arroz." Candidato à presidência em 1998 .

EM 2010, LI ASSINAOU A MP QUE LIMITA O SALÁRIO MÍNIMO EM  540,00, nos últimos momentos de seu mandato, sabendo que, para o povo, culpada será a próxima presidente. 
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" O governo tenta fazer o simples, porque o difícil é difícil." - 1ª Conferência Nacional do Esporte, em 17 de junho de 2004.  - Fonte: Folha de São Paulo, 18/07/2004
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"Vocês fazem parte de uma minoria de 8 milhões  que pagam Imposto de Renda. São privilegiados os que ganham para pagar IR."  - Falando em 26 de abril de 2004 aos metalúrgicos do ABC sobre o pedido que lhe faziam para corrigir a tabela do IR.   Seguiu-se uma estrondosa vaia....  Fonte: Site da Radiobras, Noticias Terra, Reuters e vários jornais.
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"O Atlântico é apenas "um rio caudaloso, de praias de areias brancas",  que une os dois países." - Falando no Gabão sobre a aproximação entre o Brasil e aquele país.  - Fonte: O Estado de São Paulo, 27/07/2004
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"Conheço o Panamá só de dormir.  Até recentemente, sempre que eu ia a Cuba, tinha que dormir uma noite lá". - Dirigindo-se ao embaixador do Panamá, em 16 de maio de 2003,  no Palácio do Planalto, durante cerimônia de entrega de credenciais de embaixadores. - Fonte: Folha OnLine, 17/05/2003
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"Na Amazônia, vivem 20 milhões de cidadãos que têm mulheres e filhos. Mulheres e filhos são apêndices dos cidadãos..."  - Citado por Miriam Leitão em O Globo, 01/05/2004
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"O continente sul-americano e o continente árabe (??) não podem mais, no século XXI, ficar à espera de serem descobertos." - Falando na Síria, em 04 de abril de 2004.  - Fonte: Diário de Notícias, 04/04/2004
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"O Brasil só não faz fronteira com Chile, Equador e Bolívia."  Falando a empresários, em Nova Iorque, no dia 23/06/2004, sem saber que temos 3 mil quilômetros de fronteira com a Bolívia.  - Fonte: Revista Veja, 30/06/2004
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"Um dia acordei invocado e telefonei para o B ush". Num discurso a lideranças do PTB, no dia 28/04/2004.  Fonte: O Globo, 30/04/2004  - PROVAVELMENTE TELEFONOU, ANTES, PARA UM TRADUTOR
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"Eu fui agora ao Gabão aprender como é que um presidente consegue ficar 37 anos no poder e ainda se candidatar à reeleição". - Em conversa com o presidente da Costa Rica, Abel Pacheco, 17/08/2004. - Fonte: Folha On Line, 22/08/2004
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"Todo brasileiro tem motivos para se sentir otimista.  As perspectivas só são ruins para os desempregados."  - Aniversário da RBS, 02/06/2004, em Brasília.


Nada pior do que ver nosso país
entregue a ladrões e gente ignorante.
Escolhidos por eleitores igualmente ignorantes.
Pobre Brasil !








































publicado por puteiro-nacional às 14:29
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Comportamento obsessivo


Depois de ver o vídeo abaixo, ficou a pergunta:
Quem é mais obsessivo ?



Políticos por pilantragem
ou eu contra a pilantragem dos políticos
?



Colocado por Rosa Rasuck no Facebook

publicado por puteiro-nacional às 11:25
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

Lula - homenagem na UNIVERSSIDADI FEDERAU



"Faz 28 dias
 que eu não faço discurso
Então, preparem-se
porque a noite será longa."
U
Palavras de LI
na Universidade FELDERAL de Viçosa


Enfim, LI conseguiu se pendurar num microfone depois de ser obrigado a sair da presidência da república, ao receber o título de doutor honoris causa na Universidade FEDERAL de Viçosa (UFV-MG).  Segundo LI, a homenagem lhe foi prestada devido às "grandes conquistas" alcançadas no seu governo... na área da educação. Como a solenidade ocorreu numa Universidade que pertence ao governo FEDERAL, a atual presidente da republica o acompanhou.
*
No discurso, seu palavrório se limitou ao de sempre: exaltação a si mesmo e crítica aos outros. Naturalmente ele poderia criticar coisas mais próximas, mais atuais, como o excesso de faltas de Collor às seções do Senado, por exemplo, mas preferiu se reportar a um passado bem distante e criticar seus antecessores, após oito anos na presidência.
*
Ao chegar ao ponto que chegou o esculacho nacional, até mesmo as universidades perderam a noção do que deveria ser um presidente da república.  Mais uma vez, ao invés de ser recebido como um ex-presidente, LI foi recebido como um pop star.

As homenagens ao pop-star continuam hoje no interior mineiro. Reportagem sobre o assunto:...http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-e-homenageado-em-universidade-e-critica-acao-de-antecessores-na-educacao,672496,0.htm





publicado por puteiro-nacional às 12:30
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Terroristas escolheram; judeus foram escolhidos

“Lembrar as vítimas de Auschwitz
é lembrar todos os perseguidos por ditaduras”.
*Palavras de Dilma Rousseff
que iniste em relembrar seu passado,
que ela mesma escolheu,
e, ao contrário de milhares de judeus,
continua viva e é hoje a presidente do Brasil.




Enquanto fez seu  discurso de uns 20 minutos mais ou menos,  Dilma Rousseff se baseou  em comparações entre   ditaduras e o extermínio dos judeus durante o Holocausto.   Em seguida, o presidente da Confederação Israelita do Brasil, Claudio Lottenberg, ao concordar, soltou um  “A senhora sabe melhor que todos o que significa ser torturada e ter os seus direitos de expressão subtraídos".  



Tortura e perda dos direitos de expressão ?  Parece que o presidente da Confederação Israelita do Brasil,  tanto quanto Dilma,  tenta  convencer os desavisados de que o Holocausto se limitou a muito pouco.   



Embora o sofrimento seja inegável nos dois casos, são coisas bem distintas. Dilma, Ziraldo, Gabeira, Carlos Minc e outros escolheram o terrorismo-guerrilha no Brasil. “Enfeitaram” sua juventude com a tentativa de substituir a ditadura militar pela ditadura socialista, como afirmou um de seus comparsas na entrevista à Revista Piauí em 2008.  Mas, enquanto tortura é tortura,  ditadura é ditadura.



Tais comparações  evidenciam a  principal  diferença  entre a ditadura militar e o holocausto.    Dilma e os outros, que estão se fartando com os louro$ de seu atrevimento juvenil,  ESCOLHERAM a vida de terroristas-guerrilheiros.   Os judeus foram escolhidos.






publicado por puteiro-nacional às 02:24
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Domingo 'pé de cachimbo'



Historinha da manifestação de domingo passado, versinho, fotos, passeata arco-íris,  vídeos.  Tudo bem coloridinho, na tentativa de agradar os cariocas para quem brincadeira é coisa séria.  E não deixam de ir com seus filhinhos  às passeatas gay que são chamadas, carinhosamente, de parada arco-íris.  


Vamos pegar a cerveja,  colocar um samba no fundo e desligar ar condicionado ou ventilador para suar bastante.  Afinal no Rio de Janeiro o que importa é samba, suor e cerveja, como dizia Caetano Veloso.


Vamos lá minha geeeeente !
Tum-tum, tchica bum,
bumbum

  • Versinho

Versão correta do 'versinho'
Hoje é domingo,
pé de cachimbo.
O cachimbo é de ouro
e não bate no touro.
O touro é de barro
e vale um escarro.
Bate na gente,
a gente é tão fraco
e cai no buraco


  • História narrada por uma atuante desanimada

"Tal qual ocorreu em Sampa 2008, apesar de uma mobilização intensa, de norte a sul do país, disseram que haveria cobertura de TVs, jornais, Trio elétrico, colocação de cruzes na praia, etc, fiquei até feliz por não ter chegado a tempo.

A concentração estava marcada para as 10 horas no Jardim de Alah (depois fiquei sabendo que era na praia, na altura do Jardim de Alah).

Cheguei por volta de 11:30 , rodei o local umas 3 vezes, quando consegui avistar umas 2 faixas num monte de areia próximo à calçada, ilegíveis porque dobradas, acredito que pela ação do vento.

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Retornei para casa. Fui direto ao FB  (Facebook)  para ver se encontrava alguma notícia. NADA. Por volta de 1 da madrugada, perguntei a L. se ela conseguira saber algo. Mandou-me uma foto do Vereza com mais umas 3 pessoas conversando.  (alô cariocas, Vereza é ator ou ex-ator de novela da globo - viram só o que perderam?)

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Hoje, no Revoltados on Line, veio o vídeo, também disponível no FB, e fotos no álbum, do qual salvei algumas  para registrar o "sucesso".

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No evento em São Paulo, aquele exíguo nº de participantes era o quíntuplo do que compareceu no Rio!

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Tinha mais faixas do que pessoas para segurá-las. Televisão? Jornais? Articulistas? Revoltados?  É para qualquer um desanimar.  O pior é que tem um bocado de gente se afastando...  

Estranho não foi apenas o número tão pequeno de participantes, pior  foi o descaso de quem passava e não tinha sequer a curiosidade de saber do que se tratava.


  • Vídeo 1 -  Desrespeito dos cariocas por si mesmos na orla da praia  *


  • Vídeo 2 - Agora vem o vídeo com Carlos Vereza (ator de novela - um desperdício para quem não foi à manifestação). Mas calma, por favor, pois o vídeo abaixo não tem estilo romântico nem ele fala de amor, mas peço que ouçam assim mesmo.


  • Fotos bem coloridas com alguns comentários 

 A segurança do governador Sérgio Cabral tentou enquadrar alguns manifestantes na passeata de domingo.   Sérgio Cabral,  que vai muito a  Paris,  já participou, junto com o prefeito  Eduardo Paes de paradas gay.   A Prefeitura do Rio de Janeiro - A NOSSA  prefeitura -   prometeu aumentar recursos para a brincadeira gay que será realizada em 2010.




Ensine seus filhos a não serem preconceituosos:
 não deixe de levá-los às paradas gay


Ensine seus filhos a serem pasmos: 
dê o exemplo e jamais compareça a uma manifestação  política


O grupo Revoltados on-line estão no
 Facebooke no Twitter




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publicado por puteiro-nacional às 09:38
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Galeria virtual - afinal, nós merecemos um intervalo


Henrique Neiva - amigo internauta -  é  pintor, artista plástico, autodidata e decorador.  Em seu site foi criada uma exposição virtual com  fotos de algumas de suas obras expostas em 2009 na Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa em Belo Horizonte- Minas Gerais-Brasil.




http://www.henriqueneiva.blogspot.com/ 


É nossa change de conhecer não apenas um de nossos amigos virtuais, mas também o seu trabalho...

Além de dar um intervalo 
na política horrorosa nacional
porque ninguém é de ferro. 


Um abração,  Henrique




publicado por puteiro-nacional às 02:02
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

Demitido o defensor dos traficantes tamanho P



***


 
Dilma demitiu Pedro Abramovay (Conselho Nacional de Justiça), por não ter gostado do que ele disse numa entrevista.  Defensor do fim da prisão de pequenos traficantes, ele teria informado que o governo enviaria ao Congresso um projeto para reduzir as penas de uns 70 mil traficantes.   Para ele talvez um número irrisório.


Tenha  mentido ou não quanto à existência de tal projeto, o fato é que traficante é traficante e todos merecem ser punidos  por estarem agindo fora da lei,  uma coisa que daqui a pouco será considerada uma forma de   'cercear a liberdade'  dos sofredores que se tornaram meliantes devido às dificuldades sociais.  

Todo traficante -  seja tamanho P, M, G ou GG - comete o crime imperdoável de se aproveitar da fragilidade de pessoas dependentes.  Porém  não  é o único culpado pela venda ilegal, pois  não existiriam caso não houvesse  tanto os viciados  quanto a proibição  à venda  de  drogas. 

Aí entra um assunto bastante complicado: a descriminização das drogas, que já teve alguns comentários há um tempo atrás na página  "Vale a pena liberar a venda do uso de drogas ? "http://puteiro-nacional.blogspot.com/2009/05/vale-pena-liberar-o-uso-da-maconha.html

Antes dos comentários abaixo, vale lembrar que a atual presidente afirmou ser favorável à descriminização das drogas. Está em um vídeo no  you-tube .  


Os comentários  
Carlos Caldas disse... Sexta-feira, 08 Maio, Não concordo com a liberalização das drogas ilícitas e ainda penso que as lícitas devem se tornar ilícitas também e deixar de dar lucro aos governos hipócritas.



antonio machado disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
O viciado deve ter o mesmo tratamento do traficante,pois ninguém vende nada se não houver comprador.Se o viciado é doente os criminosos hediondos também são e nem por isso sua responsabilidade é deixada de ser cobrada.


Fernando disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
Sem a liberação da maconha a ociedade já é refém das drogas, eu fico imaginado quando liberarem. Na holanda já começaram a rever esse conceito de liberação, o país estava se tornando um ponto turístico de viciados.


Marcio Rocha disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
Se alguns já torcem o nariz com a terra sendo usada para plantio de cana de açúcar (com parte) destinada para fazer álcool combustível, imagine só se liberar o consumo. Haverão milhares de alqueires "dedicados" à erva maldita só para sustentar um bando de cabeças vazias. E esse governo não me engana - talvez seja exatamente isso que ele quer...


Alexander disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
Seria bom ver primeiro o que aconteceu na china quando o Opio foi liberado geral e a força pelos Ingleses. Os ingleses forçaram a barra para vender opio produzido no Afeganistão e comprar sedas chinesas. Criaram um exercito de zumbís e o caos geral.


Anônimo disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
Droga estou Fora!  Sou careta...  Não as Drogas
já imaginou o Lula doidão rárárá...Deve ser uma Droga.


Anônimo disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009

Eu não concordo com a liberação de nenhuma droga cujo consumo venha a afetar as faculdades mentais. Mesmo a maconha afeta o raciocínio e a acuidade mental. Tem de ser proibida. Que a polícia faça o seu trabalho de tirá-las da rua. Acho mesmo que até tranquilizantes, receitados por médicos, deveria ser um pouco reduzido. Qunto mais claramente as pessoas puderem pensar, mais depressa o mundo pode vir a sair desse caos onde se meteu.


Laguardia disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
Sou radicalmente contra a discriminalização do uso da maconha. Perdi um primo em consequencia do uso de drogas e sei qual é o sofrimento da família com isto.


SHEILOHKA disse... Sexta-feira, 08 Maio, 2009
A maconha é a porta de entrada para as drogas mais pesadas. Quem é adicto, vicia-se rapidamente e vai sentindo necessidade de dosagem cada vez maior, caindo nas drogas mais caras e mais pesadas.
Acho que o usuário deveria ser penalizado, sim, mas não com cadeia. Teria que se submeter a um processo de desintoxicação, paralelo ao tratamento psiquiátrico e psicológico. Os grupos de mútua ajuda são também fundamentais. Mas, lembrando sempre: qualquer tratamento só será bem sucedido se o paciente quiser, se ele realmente estiver a fim de se reabilitar. A doença da adicção não é como as outras que se pode tomar remédios e curar - é uma doença comportamental, o indivíduo tem que querer uma reformulação total e estar atento para qualquer sinal de recaída.
É UMA DOENÇA INCURÁVEL, CRUEL, QUE DESTRÓI MILHÕES DE FAMÍLIAS E DE DEPENDENTES. Não é fácil deixar as drogas, como não é fácil conviver com o drogadicto. Em minha opinião, é o maior mal que aflige a humanidade, pior até que a fome, porque muitos deixam de comer para comprar drogas.
PARA O TRAFICANTE NÃO PODE HAVER BENESSES - CRIME HEDIONDO, INAFIANÇÁVEL, PRISÃO PERPÉTUA (modificando o nosso Código Penal, que foi feito para amparar e beneficiar somente os bandidos - as vítimas, ora, AS VÍTIMAS QUE SE LASQUEM !)


Marcos Pontes disse... Domingo, 10 Maio, 2009
Schwazenegger, que é uma droga, consumiu muito anabolizante, apenas defende os amiguinhos. O mesmo acontece no Brasil, onde Soninha e Gabeira são bons exemplos de políticos defensores da legalização. Àlcool e tabaco são drogas legaise mesmo assim existe tráfico, contrabando e sonegação, por que imaginar que não aconteceria com a maconha? Melhorou a condição de vida dos usuários holandeses? Não, continuam a ralé social. os defensores estão viajando.


PoPa disse... Domingo, 10 Maio, 2009
Não há a menor condição de deixar de existir o tráfico. Pense bem: a droga seria taxada com altos impostos, criando uma concorrência com quem? traficantes! Eles teriam como colocar droga mais barata no mercado e continuariam existindo...


Dois em Cena disse... Domingo, 10 Maio, 2009
Por quê querem nos drogar? Por quê querem drogar os brasileiros?


Anônimo disse... Sexta-feira, 22 Maio, 2009
A maconha liberada é como o aborto liberado. Ninguém será obrigado a fazê-lo. É optativo. Pela liberação de todas as drogas.


Particularmente, sou a favor da liberação da venda de drogas, desde que se faça um planejamento decente, à procura do que ocorreu de errado nos outros lugares. O caso é que, liberadas ou não, os dependentes sabem onde comprar e têm acesso a elas. Sem contar que, para muitos - jovens principalmente - existe certa atração em desafiar o proibido . De resto, é uma questão de escolha, que morram de overdose.






Montagem com as charges






publicado por puteiro-nacional às 07:36
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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

Para quem gosta de angu... Lula deixou um prontinho


O ANGU DO LULA
- João Roberto Gullino -

O angu é um petisco que caiu no gosto popular, mas ele também azeda se demorar a ser consumido e aí fermenta e estouram pequenas bolhas. E assim está acontecendo com o extinto governo Lula, azedando e pipocando pequenas bolhas em seu angu, como já era de se esperar.

Retirou do PAC a prevenção contra calamidades (medida criminosa);   a obra decantada do PAC desmoronou no porto de Chibata em Manaus, em outubro, sem alardes da imprensa;  escondeu a inflação que agora explode;  deixou dívidas astronômicas, triplicando as que recebeu; não teve coragem e deixou a bomba Battisti, de efeito retardado, no colo de Dilma; prometeu recursos para as tragédias do RJ e só chegaram ao Estado cerca de 25% (apesar de toda bajulação de Sérgio Cabral); mais outra bomba de efeito imediato - a do ENEN (e onde está o campus UNIFESP Osasco, que virou depósito de lixo?) ; usou e abusou dos cartões corporativos aumentando os gastos em 24% em 2010 (será que Da. Marisa devolveu o dela?), além de outras bolhas que surgirão certamente muito em breve pelo pouco tempo decorrido.

Mas, para quem sonha com 2014, foi o mesmo que pisar na bola a sua ausência em prestar solidariedade (como sempre) aos que sucumbiram nas “fatalidades” da região serrana, como agora em SC e MG (ou será que agora ficou com medo da imprensa?).

Quando alguém tem a coragem de reconhecer sua responsabilidade, como o Secretário de Políticas do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Barreto de Castro, que declarou - “Falamos muito e não fizemos nada”, tudo está dito e esclarecido. Afinal, quem deixou pra quem uma “herança maldita”? Foram oito anos de pura propagando enganosa e o angu está aí para Dilma ver se salva alguma coisa. Mas o certo mesmo é que a população gosta de angu, mesmo azedo.
  
*

Concordo.  O brasileiro gosta de angu, mesmo azedo, ...  desde que "não tenha
dor de barriga e passe mal"



Charge original



publicado por puteiro-nacional às 14:41
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Guilherme Fiúza / Nem todos estão na chuva


Ontem saiu ótimo artigo, transcrito abaixo, de Guilherme Fiúza - " A presidente na chuva", sobre a credibilidade do brasileiro. Porém tal credibilidade pode ser vista de várias formas, como otimismo, esperança, ingenuidade ou ignorância, dependendo do caso. Sem contar que é uma capacidade essencial a um povo acomodado como o nosso, pois no dia em que perder a credibilidade será obrigado a fazer alguma coisa. E é bem mais cômodo esperar que façam por nós.
*
*
Em um trecho, Guilherme Fiúza diz que "até os críticos de Luiz Inácio da Silva resolveram enxergar um novo tempo com a ascensão da 'presidenta' ". Aí se incluem os críticos à própria Dilma, como no meu caso. Portanto é uma carapuça que se encaixaria na minha cabeça como feita sob medida.

Mas o autor do texto esquece que há dois tipos de gente que se interessa, de fato, por política: os "atuantes", aqueles tendenciosos que se limitam a defender suas preferências políticas aos gritos, ao ponto de jurar que as piores tramóias são feitas pelo bem da Nação; e aqueles quem enxergam os erros sejam de que partido for, embora dentro de sua ótica.


Sendo assim, da mesma forma que a Dora (perdão por citá-la mais uma vez), também não baixei minha guarda que estaria de sentinela mesmo que o eleito fosse qualquer outro candidato. Mas não posso deixar de admitir, sem medo de parecer contraditória, que a nova presidente vem mostrando um comportamento de acordo com o cargo - o que não víamos há oito longos anos - e as atitudes que tem usado para  'enquadrar ' pessoal do seu governo.  Caso tudo isso não passe de um arranjo partidário, perfeitamente possível num país onde políticos venderiam a própria mãe (*), veremos depois.

(*) O trecho  "num país onde políticos
venderiam a própria mãe, é apenas
um simbolismo, afinal não sabemos
se o preço seria vantajoso.
  

A presidente na chuva
- Guilherme Fiúza -

"O brasileiro é, antes de tudo, um crédulo. Deem-lhe um pretexto para ter fé em alguma coisa, e ele se lambuza de esperança. Não poderia ser diferente com a sucessão presidencial. Até os críticos de Luiz Inácio da Silva resolveram enxergar um novo tempo com a ascensão da "presidenta".  É como se o país saltasse do último capítulo de Sílvio de Abreu para o primeiro de Gilberto Braga.  Hora de acreditar em outro enredo.

E eis que a grande vedete desse tal novo tempo é o silêncio de Dilma Rousseff. Mesmo os que se opunham ao truque eleitoral do PT, em que Luiz Inácio tirava sua coelha da cartola e lhe dava corda para governar, estão vendo mudança em tudo. Se Lula falava demais, o silêncio de Dilma significa austeridade e trabalho. O Brasil acordou em 2011 decidido a acreditar na "especialista em gerência". Assim é, se lhe parece. Somos 190 milhões de Gilbertos Bragas.


Na vida real, porém, continua valendo o velho ditado (ou a melhor versão dele): de onde menos se espera é que não vem nada mesmo. Como se viu na campanha eleitoral, e antes dela, a especialista em gerência nem sempre conseguia completar um raciocínio. Tropeçava em números, se confundia com percentuais, torturava conceitos - incidentes não muito típicos de especialistas em gerência.


Para quem não esperava nada de Dilma Rousseff, ela correspondeu plenamente como presidente eleita. Sumiu de cena. Não deu uma palavra nem sobre a guerra nos morros do Rio. E, quando seu governo começou, a presidente continuou firme em seu exílio existencial. Nunca antes na história deste país um mandato presidencial começara assim, com cara de feriado.


Nenhuma medida importante, nenhuma reforma estrutural, nada além de tiradas como o "PAC da miséria", para entreter a imprensa. A julgar pelas manchetes, o futuro inaugurado por Dilma era um lugar onde o PT e o PMDB disputam o balcão estatal, enquanto a vida nacional faz figuração ao fundo. Aí vieram as chuvas.


A tragédia na Região Serrana do Rio veio atrapalhar o script dos novos tempos. A presidente não poderia mais ficar governando em off, regendo a partilha fisiológica do Estado detrás do seu silêncio mitológico. Dilma apareceu. Deu um pulo nas cidades devastadas e, antes de retornar ao exílio, falou aos brasileiros numa entrevista coletiva. Foram 40 minutos inesquecíveis.


A especialista em gerência rompeu seu silêncio para dizer que "o Rio vive um momento muito forte". O país já estava com saudades da precisão de suas mensagens. Mas ela não parou por aí. Declarou que a ocupação de áreas de risco no Brasil é regra, não exceção. Esta foi a afirmação destacada nas manchetes - para se ter uma ideia da densidade do discurso da presidente no meio da catástrofe.


Ao falar em moradias de risco, Dilma fez uma inflexão importante: "Agora vou defender o presidente Lula." De fato, em meio ao flagelo das enchentes, com suas centenas de mortos, feridos e desabrigados, era urgente defender o presidente Lula. A presidente passou então a elogiar as maravilhas do programa Minha Casa, Minha Vida, idealizado por seu padrinho, como uma espécie de pílula do dia seguinte para os desabamentos: "O Minha Casa, Minha Vida não investe em área de risco. Nós não incentivamos a população a construir em área de risco."


Uma informação providencial para uma situação de emergência. Se alguém confundiu esse discurso com comício populista, cumpre esclarecer ao mau entendedor: isso é pura sagacidade gerencial.


Dilma respondeu também sobre o problema da lentidão na liberação de verbas para as áreas devastadas. Explicou que nenhum gestor público está autorizado a não prestar contas de seus gastos. É realmente fundamental, numa hora dessas, a presidente da República informar que está proibido o desvio de verbas federais. Coisa de Primeiro Mundo.


Completando a ação implacável do novo governo, quatro ministros de Estado subiram ao palco da tragédia para falar ao país. Liderados pelo irrevogável Aloizio Mercadante, ministro de Ciência e Tecnologia, eles leram uma lista de boas intenções extraídas de um seminário meteorológico de um ano atrás. Segundo Mercadante, daqui a quatro anos um sistema nacional de prevenção de catástrofes estará pronto, irrevogavelmente.  E, daqui a dez anos, uns 20% dos que morreram agora não morrerão mais (*). Um papo solto, sem stress, para tranquilizar o pessoal da serra.


Com tanta eficiência, essa junta liderada por Mercadante poderia dar uma força ao ministro da Educação na tragédia do Enem - onde o número de vítimas também não para de crescer. Se não for possível, ao menos os estudantes desabrigados e os sem-universidade poderão se orgulhar de ser governados por uma especialista em gerência.

Ao resto dos brasileiros, especialmente depois do pronunciamento histórico da presidente durante a enxurrada, o melhor é continuar louvando o seu silêncio.


Na vida real, vale o ditado: de onde menos espera é que não vem nada mesmo.



Alteração da charge










publicado por puteiro-nacional às 05:58
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Sábado, 22 de Janeiro de 2011

Ameaça de um sindicalista com passado negro

  • Artigo sobre a ameaça / Estadão
  • Comentários
  • Ficha de Paulinho da força (bruta) sindical


"... Arrumação
das contas públicas
é coisa de tucano"
Palavras
do presidente da CUT










Sindicalista ameaça a Presidente da República
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110120/not_imp668600,0.php
Acostumados aos favores do governo Lula, dirigentes de centrais sindicais cobram mais atenção da presidente Dilma Rousseff e já ameaçam criar problemas, se ela não governar de acordo com sua orientação. "Se Dilma ficar ouvindo seus burocratas, vai ter muito trabalho conosco", disse o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). A ameaça foi feita na Avenida Paulista, na terça-feira, durante manifestação por um salário mínimo superior aos R$ 545 fixados na semana passada pelo Executivo.



Houve reuniões de protesto em 20 Estados. Participaram do comício na capital paulista a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical e quatro organizações de menor peso, mas igualmente beneficiadas pelas políticas dos últimos oito anos. Não há surpresa nessa manifestação concertada.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou uma borracha nas diferenças que havia entre as centrais, proporcionando a todas uma participação no Imposto Sindical, cooptando os dirigentes e conduzindo o peleguismo a níveis nunca antes conhecidos na história deste país.


A conversão dos sindicalistas em sócios do poder foi facilmente verificável, nos últimos anos, por sua presença na administração federal direta e indireta e também nos fundos de pensão de estatais.


Nada mais natural, portanto, que as manifestações de indignação dos dirigentes sindicais diante do tratamento a eles oferecido até agora pela presidente Dilma Rousseff. Pouco mais de duas semanas depois da posse ela ainda não os havia recebido em seu gabinete - uma atitude ultrajante, com certeza, do ponto de vista desse grupo acostumado à proximidade do poder.


"Cuidado, Dilma", advertiu o deputado Paulo Pereira da Silva, referindo-se à manutenção da Tabela do Imposto de Renda. "O FHC começou assim. Não corrigiu a tabela. Foi o primeiro erro dele. Ninguém está botando a faca no pescoço, mas espero que esta seja a última manifestação."


Há bons argumentos a favor da correção da Tabela, mas a truculência do deputado não tem a mínima relação com argumentos e razões. É apenas isso - truculência, reforçada com a invocação do nome de Lula como exemplo para sua sucessora.

Pressionada e ameaçada pela nata do peleguismo, a presidente Dilma Rousseff dificilmente poderá evitar uma definição, esclarecendo se cumprirá as primeiras promessas de governo ou se manterá com os sindicalistas a relação promíscua escolhida por seu antecessor para o exercício de poder.

 Comentários


Ao dizer que 'arrumação das contas públicas é coisa de tucano", o presidente da CUT cometeu um enorme erro, pois isso significa que o sindicalismo é favorável à desordem instalada. E nem adianta alegar que estaria se referindo ao problema do baixo salário minimo, pois tanto ele quanto paulinho da força (bruta) sindical sabem que este foi um 'legado' de LI ao atual governo.

O tipo de ameaça feita pelo sindicalista a uma presidente da República mostra como as cobras criadas no governo anterior passaram a se dar um direito que não tem: o de não respeitar quem governa o país. Além da alucinação - talvez por contágio - de acreditar que todos os presidentes são obrigados a recebê-los a qualquer hora. Parece que o sindicalista ainda não percebeu que o governo do peleguismo já foi pro espaço.

O sindicalista Paulo Pereira da Silva fez apologia à pré-candidatura de Dilma Rousseff (6/10) . Terá ele feito apologia a quem desconhecia ao ponto de fazer ameaças logo no início de seu governo ? Alguém leu alguma ameaça que o sindicalista teria feito a LI ao assinar a MP com o valor baixo do salário mínimo?
 
 
Ficha de Paulinho da força (bruta) sindical 

(16/6/09)  - A juíza Silvia Maria Rocha, da 2ª Vara Federal de São Paulo, abriu processo contra Elza Pereira --mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical_ por suposto crime de lavagem de dinheiro.

(4/12/08)Após ser absolvido no Conselho de Ética da acusação de quebra de decoro parlamentar, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) disse que a decisão coloca um ponto final em "seis meses de perseguição" da imprensa e da Polícia Federal. A investigação, porém, continua no STF (Supremo Tribunal Federal).

(27/11/08)  - O relator do processo contra o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), Paulo Piau (PMDB-MG), pediu ontem a cassação do mandato dele no Conselho de Ética da Câmara por envolvimento no esquema de desvio de dinheiro do BNDES.

(26/11/08) - Na semana em que a Câmara dos Deputados pode decidir seu futuro político, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, é alvo de novo inquérito no Supremo Tribunal Federal para apurar denúncias de desvio de dinheiro público. A entidade, presidida por ele, é suspeita de lançar mão de alunos-fantasmas para justificar repasses federais que bancaram cursos oferecidos a desempregados.

(6/3/08) - O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, disse que irá processar a Folha e "O Globo" em 20 Estados do país por causa da série de reportagens que os dois veículos publicaram sobre o repasse de verbas do Ministério do Trabalho para entidades ligadas à central, repetindo estratégia utilizada pela Igreja Universal do Reino de Deus.
Folha.uol.com.br/especial/2010/eleicoes - sobre a ficha dos candidatos

- A Justiça Federal em São Paulo condenou o deputado federal, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e a Força Sindical a devolver aos cofres públicos R$ 235,5 mil. O pagamento é solidário. Os dois ainda terão de arcar com multa de R$ 471 mil. Paulinho e a Força Sindical entraram com recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, com pedido de absolvição. Eles foram condenados por improbidade administrativa (mau uso do dinheiro público). (Portal da Transparência Municipal) - (20/11/2010)

- Ministério Público Eleitoral pede cassação de deputado Paulo Pereira da Silva, do PDT-SP - Presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), teve o mandato cassado. O Ministério Público Eleitoral (MPE) deu parecer favorável, já que o homem é acusado de abuso de poder econômico nas eleições de 2006. - 25/05/2010


Muitos dirão que não se trata de ameaça,
mas uma louvável preocupação com os trabalhadores.

Então, que estes comam 'brioche'




 Montagem com a charge











publicado por puteiro-nacional às 04:50
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