Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010

Cheiro de arrependimento no ar




O próximo governo já se preocupa em criar metas para limitar gastos  e dar tranquilidade aos "agentes econômicos".   Nada mais natural, ainda mais depois de tudo o que foi gasto do dinheiro da União em sua campanha eleitoral.


Diz  a reportagem de Flávia Barbosa e Martha Beck:  

"Há várias formas de estas metas serem implementadas. Uma seria definir quanto será gasto relativamente ao PIB. Por exemplo, quanto do Orçamento poderia ser gasto, no máximo, com o programa Minha Casa, Minha Vida e transformar este valor em um percentual do PIB."    Qual terá sido o percentual do PIB gasto neste ano eleitoral no programa  Minha Casa, Minha Vida?  E qual será o percentual a ser gasto para o próximo ano?      

Em outra reportagem,  "a equipe próxima a Dilma Rousseff considera importante o governo comprovar que seus gastos são de boa qualidade e têm retorno".  Sua equipe comenta, inclusive, sobre os gastos com servidores, que podem melhorar a gestão da máquina pública.  Pois aí está uma boa forma de tanto diminuir os gastos quanto melhorar a gestão: retirar os milhares de sindicalistas que ganharam cargos públicos de presente, no governo LI, sem precisar fazer concurso. 

Outro comentário na reportagem:  "Tem que existir uma meta fiscal global, mas também metas para gastos e investimentos. Se for preciso, até se abate da meta tudo o que se tem que abater e explica-se (à sociedade).  Mas o importante é deixar muito claro os objetivos do governo disse um integrante da equipe de transição."   (será que esses objetivos não deveriam ter sido deixados bem claros durante a campanha?)   "Porém, deverá ser executada de maneira diferente. Hoje, os investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) podem ser abatidos da meta de superávit, tornando-a menor, na prática. O instrumento foi usado em 2009 e espera-se o mesmo este ano. A ideia para 2011 é não lançar mão do mecanismo, ou fazê-lo de forma residual. 

"Esta meta fiscal global poderia ser a que já está fixada, de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB).  Porém, deverá ser executada de maneira diferente. Hoje, os investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) podem ser abatidos da meta de superávit, tornando-a menor, na prática. O instrumento foi usado em 2009 e espera-se o mesmo este ano. A ideia para 2011 é não lançar mão do mecanismo, ou fazê-lo de forma residual.

Só depois vamos saber, exatamente,
o que significa todo esse economês político.
Mas provavelmente não será vantajoso para os eleitores

Esse é o X da questão.





publicado por puteiro-nacional às 10:09
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